segunda-feira, 17 de outubro de 2011

quinta-feira, 13 de outubro de 2011

reflexão sobre o Dia de Nossa Senhora de Aparecida

Este é o texto que contém a reflexão sobre as leituras do dia 12/10/2011, pelo Pe. Bruno Brugnolaro.



"Deixar de ser um vaso vazio é começar a ser uma talha cheia."
Pe. Bruno


quarta-feira, 5 de outubro de 2011

Mensagem da semana

Jogue fora suas batatas!
 


O professor pediu aos alunos que levassem uma bolsa cheia de batatas para a sala de aula em determinado dia. 
 
Em cada uma delas, ele pediu que fosse escrito o nome de pessoas de quem não gostassem, que lhes magoaram ou fizeram sofrer em algum momento da vida.
Eles começaram a pensar e foram lembrando uma a uma...
Algumas bolsas ficaram pesadas, com muitas batatas. 
 
Como os alunos tinham que carregar a sacola para todos os lugares, algumas batatas acabaram estragando e ficando com mau cheiro. 
 
Ao colocar toda a sua atenção na bolsa, os alunos deixavam de observar outras coisas que estavam a sua volta, inclusive a aula. 
 
O objetivo da atividade era mostrar o peso espiritual diário que a mágoa ocasiona. 
 
Moral da história: 
ao se incomodar com os outros, a pessoa acaba se esquecendo de si mesma. 
 
Pense nisso e jogue fora as batatas e essas bolsas cheias de magoas.
E cuide-se!

segunda-feira, 3 de outubro de 2011

Reflexão do Pe. Bruno

Como é bom iniciarmos a semana fazendo uma reflexão de nossa vida de Cristãos!









"A obediência é escutar e fazer o que escutamos..." Pe. Bruno Brugnolaro

quarta-feira, 28 de setembro de 2011

Últimas redações de meus alunos!!!

Promessa é dívida, não é Héllyson?
Havia falado que colocaria no blog as produções do Héllyson e da Ana Júlia do 2º C da EE Cel. Rufino. Hoje, achei as produções deles e vou postá-las.

Primeiro beijo que dei na escola

Quando tudo parecia estar em trevas e a vida era só tristezas, pelos olhos castanho-escuro de uma bela menina me apaixonei. Foi no começo desse ano que algo mudaria todo o meu modo de pensar.
O relógio despertou, eu acordei, calcei meu chinelo, desliguei o despertador e fui tomar meu banho. naquela hora, eu estava sentindo que era meu dia de sorte.
Saí do banho e enquanto eu me arrumava a imagem dela me veio à cabeça. Terminei meu café da manhã, peguei minha bicicleta e fui para a escola.
Enquanto pedalava, ela veio em meu pensamento, ao mesmo tempo eu sentia que algo bom ia me acontecer.
Quando cheguei à escola, parecia um dia normal. Ela chegou, conversamos na frente da sala, bateu o sino para entrarmos, logo em seguida a professora entrou.
Depois de um tempo, a professora saiu da sala, e eu fui conversar com ela e enquanto conversávamos eu abracei-a e por impulso eu dei um pequeno beijo nela. Na hora, eu pensei porque fiz aquilo e com um pouco de medo de ela ficar brava comigo.
Mas ela não ficou! Ela olhou fundo nos meus olhos e me beijou, parecia com aqueles de novela!
Tivemos que parar, a professora estava vindo. Então, ela virou e disse para nos encontrarmos na praça e darmos umas voltas enquanto conversávamos. Passou algum tempo e deu a hora de sairmos da escola, eu fui embora feliz por estar conseguindo ficar com a menina que mais amo.
Deu o horário de ir me encontrar com ela na praça, coloquei uma roupa bem bonita, passei um perfume e saí de casa. Chegando perto, eu enxerguei-a sentada em um banco a minha espera.
Eu estava chegando perto já, ela me viu e acenou com a mão para mim, e foi nessa hora que eu abri os olhos, estava escuro era 4h e 23min da manhã. Nesse momento percebi que tudo não passara de um sonho! Confesso que não queria que tudo fosse apenas um sonho.
Queria que aquilo jamais parasse e que ela ficasse comigo, mas com aquilo percebi que devemos tentar tornar os nossos pequenos sonhos em realidade, para que possamos dar lugar para os grandes sonhos!

Héllyson.









Minha casinha

Quando eu era pequena, eu adorava brincar de casinha, gostava de fazer comidinha. Meus temperos eram os mais inusitados possíveis! Minha salada era as folhas das árvores. O arroz e feijão eu pegada da minha mãe, que ficava uma fera pela sujeira e bagunça que eu fazia! Mas eu adorava bancar a mulherzinha dona de casa.
Minha comidinha era feita com tanto carinho que eu achava que era a mais gostosa do mundo! E oferecida para minha família experimentar e ficava muito brava se eles não comessem. Coitados deles! Serviam de cobaia para minhas invenções culinárias!
Tão ingênua... eu não sabia o quão difícil é ser dona de casa e cuidar de todos os afazeres domésticos. Hoje, já não sou aquela criança inocente, não tenho o mesmo desejo de ficar em casa cuidando dela. Quero ser independente, quem sabe daqui a alguns anos eu possa voltar a pensar nesse antigo desejo, e com carinho e dedicação cuidar da minha casa.

Ana Júlia 










Prontinho, promessa cumprida! Demorei, mas fiz!!!!

Galerinha, continuem fazendo seus textos, seus desenhos, estudando, pois quero vê-los em um futuro próximo fazendo faculdade!!! 

Abraços!!!